Na preparação da caminhada ilustrada deste sábado... o difícil é escolher
Espaço de reflexão e partilha sobre temas de interesse do autor: arquitectura, património cultural, regeneração urbana, desenho e fotografia. "O amor a todas as coisas é fruto do conhecimento que temos delas, e aumenta à medida que o nosso conhecimento se torna mais preciso." Leonardo Da Vinci
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020
Pombal
ESCARPAS DA MACEIRA
Pombal construído em Janeiro de 1959. Recebeu os primeiros 75 pombos da raça especial Barcas, no dia 26 de fev. desse ano
Pombal construído em Janeiro de 1959. Recebeu os primeiros 75 pombos da raça especial Barcas, no dia 26 de fev. desse ano
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
Café a Brazileira
A Brasileira de Torres
Em 1915, nascia o Café a Brazileira, tendo como primeira morada a rua Serpa Pinto. O visionário foi o Sr. Luiz Pinto. 15 anos depois, em 1930, mudava-se para o Largo de S. Pedro, para este edifício de esquina, entre as ruas 9 de Abril e Almirante Gago Coutinho. Esta casa ganhou fama através dos seus pastéis de feijão, como o comprova a fachada norte do edifício. Os últimos proprietários foram o Sr. Ricardo Lopes e a Sra. Maria do Carmo, que estiveram à frente desta casa mais de 40 anos. Em 2015, falecia o Sr. Ricardo, vítima de doença. Começava o fim da Brasileira, confirmado com a morte da sua esposa, passado pouco tempo. O Largo e a cidade ficaram mais pobres e tristes. O edifício de 3 pisos, actualmente devoluto, em tempos, para além do café, albergou a habitação do proprietário, a Pensão Abegão, a Papelaria e Livraria Imperio e a Sapataria Gomes.
Este desenho é dedicado ao Sr. Ricardo e à Sra. Maria do Carmo, que juntos, escreveram uma bela página do património imaterial do centro histórico de Torres Vedras.
Em 1915, nascia o Café a Brazileira, tendo como primeira morada a rua Serpa Pinto. O visionário foi o Sr. Luiz Pinto. 15 anos depois, em 1930, mudava-se para o Largo de S. Pedro, para este edifício de esquina, entre as ruas 9 de Abril e Almirante Gago Coutinho. Esta casa ganhou fama através dos seus pastéis de feijão, como o comprova a fachada norte do edifício. Os últimos proprietários foram o Sr. Ricardo Lopes e a Sra. Maria do Carmo, que estiveram à frente desta casa mais de 40 anos. Em 2015, falecia o Sr. Ricardo, vítima de doença. Começava o fim da Brasileira, confirmado com a morte da sua esposa, passado pouco tempo. O Largo e a cidade ficaram mais pobres e tristes. O edifício de 3 pisos, actualmente devoluto, em tempos, para além do café, albergou a habitação do proprietário, a Pensão Abegão, a Papelaria e Livraria Imperio e a Sapataria Gomes.
Este desenho é dedicado ao Sr. Ricardo e à Sra. Maria do Carmo, que juntos, escreveram uma bela página do património imaterial do centro histórico de Torres Vedras.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Save the Date: 2-4 de out. 2020
No seguimento do anunciado no final do 5º encontro, vimos por este meio confirmar que o 6º Encontro Internacional de Desenho
de Rua – Torres Vedras , se realizará entre os dias 2 e 4 de outubro de 2020
“Linhas que se cruzam”
O 6º
Encontro Internacional de Desenho de Rua ocorrerá entre os dias 2 e 4 de
outubro, tendo como tema as "Linhas que se Cruzam".
À semelhança das edições anteriores, o 6º encontro
proporcionará momentos de partilha entre desenhadores do Brasil, Espanha e
Portugal, países de origem dos formadores convidados. Para além dos
participantes inscritos, continuamos a dedicar um dia às escolas, permitindo a
estudantes das mais variadas idades e áreas de ensino o contacto com o desenho
de rua/urban sketching. que é neste
momento um fenómeno de dimensão mundial, contando com um elevado número de praticantes
que através do desenho vão registando nos seus cadernos, os lugares e os
acontecimentos do quotidiano. Torres vedras tem-se afirmado como um destino
preferencial destes desenhadores, atraídos pela variedade e riqueza do seu
património cultural e natural, mas também pela sua gastronomia, ou pela forma
como são acolhidos pelos torrienses.
O Encontro
conta com um percurso desenhado pela cidade e com um conjunto de oficinas de
desenho de rua que, para além de explorar técnicas e formas de observar
distintas, permitirá dar a conhecer a realidade física e social do território. Paralelamente, estão
previstas tertúlias e conferências cuja temática será o desenho de observação.
Os lugares a desenhar foram estrategicamente selecionados,
tendo como ponto de partida o tema escolhido, " Linhas que se
cruzam": Estações, apeadeiros e Caminho-de-ferro; rios e ribeiras; Fortes e
Fortins; Estradas Nacionais e pontes.
Esta atividade é aberta a
qualquer pessoa, desde a mais experiente, aquela que nunca desenhou,
contribuindo para desmistificar a ideia de que “para desenhar é preciso ter talento, imaginação, ter vocação.
Nada mais falso. Desenho é linguagem (...) e enquanto linguagem é acessível
a todos. (...) o desenho, é também uma forma de conhecimento.”
(João Vilanova Artigas)
O material é opcional, sugerindo-se a utilização de caderno,
canetas, grafite e aguarelas.
Para a
concretização desta iniciativa contamos com a preciosa colaboração de vários
parceiros.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
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