quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Riba Amarela, um nome quase esquecido

 iba Amarela, um nome quase esquecido.


Cá por casa vai sendo constantemente relembrado pelos meus avós, sobretudo pelo avô Armando, natural da "Praia de Santa Cruz". A última vez que o ouvi a falar da Riba Amarela, foi a construir uma música com o seu bisneto, o meu filho.

"Adeus óh Penedo do Guincho que eras pegado à Riba Amarela.
Adeus óh Penedo do Guincho que eras pegado à Riba Amarela.
Mais à frente tens a Santa Cruz e lá em cima o Alto da Vela.
Mais à frente tens a Santa Cruz e lá em cima o Alto da Vela."

Um desenho que celebra o presente, e carrega em si o passado e o futuro.

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Castelo de Vide, último dia

  No último dia levantei-me ainda mais cedo e fui fazer uma caminhada para conhecer outros recantos. Esta foi a minha primeira paragem e o primeiro desenho. Forte de S. Roque

Depois, juntei-me ao Filipe Oliveira e fomos conhecer a Casa da Cidadania Salguero Maia. Gostámos do interior e o facto de termos aprendido um pouco mais sobre a história do grande herói da revolução dos Cravos. Mas foi o exterior que excedeu todas as expectativas. Este espaço é extraordinário. 








Ainda percoreemos as ruelas e deu para mais uns rabiscos.

Quando tinhamos decidido ir embora, deparei-me com este enquadramento pitoresco, que não resisti a passar para o papel.


Foi boa a Festa Pá. Obrigado à Câmara Municipal de Castelo de Vide e em particular ao Luís Pedro Cruz, bem como à Associação Urban Sketchers Portugal pela organização do evento e pela forma como nos receberam. Até breve

sábado, 9 de julho de 2022

Castelo de Vide, 2º dia - Parte II

 Ainda em Póvoa e Meadas, antes de regressarmos a Castelo de Vide




A tarde foi passada em Castelo de Vide, a desenhar na companhia do Filipe Oliveira e do meu filho Tomás. Partilho aqui o primeiro desenho do Tomás.









 

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Castelo de Vide, 2º dia - parte I

 No 2º dia do encontro, levantámo-nos cedo e rumámos até Póvoa e Meadas, aproveitando a boleia do Filipe e do seu pai, o Sr. Vítor. Depois de um breve reconhecimento do lugar (pitoresco e simpático), optámos por começar no Largo de Santa Margarida, onde se encontra a Igreja de Santa Margarida. Enquanto desenhamos, lá começam os locais a passar  de um lado para o outro só para verem o que os ETs estavam a fazer - a desenhar.



Enquanto fazia o primeiro desenho, ia ouvindo as conversas da Ana Ramos com o Filipe, enquanto ela desenhava uma fonte, que eu depois também acabei por desenhar. ao procurar outro local depareime com uma rua estreita com uns enquadramentos que fazem as delícias de qualquer desenhador.


Lá continuei a deambular e ei que encontro o Forno da Passagem. Primeiro pensei que a designação  "Passagem" estivesse associada a outras "passagens" caraterísticas do território de fornteira onde nos encontrávamos. Não, a explicação era mais simples - existe um atravessamento pelo interior de um edifício que liga uma rua a outra e pelo caminho existe um forno que em tempos deverá ter sido comunitário.  Confesso que não pesquisei. Se estiver enganado, peço desculpa aos moradores desta bela localidade.


Atravessando para o outro lado encontramos a Torre com o relógio do lugar. Hoje Póvoa e Meadas é uma freguesia de Castelo de Vide, mas entre 1248 e 1836 foi vila e sede de concelho. Ao que pude apurar, existe uma grande rivalidade entre os moradores de póvoas e Meadas e os de Castelo de Vide, talvez por causa destas questões administrativas. Do lado direito apresento outro desenho de mais um edifício de gaveto, moldado pelo arruamento. 


segunda-feira, 4 de julho de 2022

Castelo de Vide - 1º dia

 No passado dia 24 de junho rumámos até Castelo de Vide. Não tinha qualquer memória do lugar, para além da imagem qe fui criando ao longoo dos anos com as fotografias que fui vendo e sobretudo através dos desenhos do Luís Pedro Cruz que sigo religiosamente há algum tempo a esta parte.

Chegámos perto da hora do almoço e optámos por comer fora do centro histórico. Enquanto comiamos ia pensando no que ia encontrar. Fiz um primeiro desenho para registar o momento contemplatico, um momento ém que está tudo em aberto e sai a pergunta da ordem - O que vou encontrar?
A composição desta página dupla é completada já sentado na esplanada de um café muito simpático, junto à Praça D. Pedro V.


À tarde, tinhamos encontro marcado às 15h para iniciarmos um encontro informal. Conforme vamos deambulando pelas ruas vamos vendo uns "seres estranhos" com umas mochilas, uns bancos e uns cadernos. Uns reconheço, outros nem tanto. Enquanto não venciamos a timidez, decidimos sentarmo-nos neste belo jardim que faz fronteira entre o centro histórica e a zona nova da vila. Dediquei alguns minutos ao edifício dos correios.


Tal como previa, conforme vamos vencendo as barreiras, começamos a saudável cavaqueira, e lá fica o desenho para segundo plano. Entre várias conversas, vou captando alguns momentos e passo-os para o caderno. O resultado é péssimo, mas aqui fica para memória futura. 


No final do dia fomos recebido nos Paços do Concelho, onde nos esperava o anfitrião do evento - o Luís Pedro Cruz. Quanto aos desenhos não sei, mas quanto ao convívio, tenho a certeza de que não podia ter sido melhor. 

domingo, 9 de janeiro de 2022

Caminhada Ilustrada, da Ventosa, à Freiria

 Aqui ficam alguns desenhos da caminhada de hoje, pelas freguesias da Ventosa e Freiria, Torres Vedras. 16 Km em boa companhia (o meu pai).

Abri as hostilidades com estes dois moinhos, o do passado e o do presente.

Moinho, junto à Mucharreira

No Casal Mucharreira, encontrámos este poço e tanque comunitários, à beira da estrada, junto a uma casa cujo telhado revela a vetusta idade. 


Seguimos caminho até Paúl, um pequeno casal, mas o que foi desenhado foi esta bela capela (Santa Luzia), em tempos conhecida como Ermida de Vera Cruz. No adro, encontra-se um cruzeiro que data de 1856.



Oficinas Singulares #19| André Duarte Baptista

 Partilho aqui o Post da Alexandra Baptista, a quem agradeço o convite para participar nas Oficinas Singulares


Oficinas Singulares #19| André Duarte Baptista

Obrigada André pela partilha.

Ao finalizar a conversa o André lançou-nos um desafio que gostaríamos de ver resolvido por todos aqueles que gostam de desenhar em caderno e se sintam estimulados pelo desenho no local, sintam-se desafiados.


#oficinassingulares

@andreduartebaptista_arq

#USkPAzores

#USkPortugal

#urbansketchers

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Desenhos esquecidos de 2021 - parte I

Na arrumação dos cadernos (não, não foi uma resolução de fim de ano, mas sim por necessidade para preparar uma apresentação) deparei-me com alguns desenhos que não partilhei/publiquei. 

São daqueles desenhos que mais prazer me dão, os que ficam registados no caderno de bolso A6, e que fazemos "só para nós".

Os primeiros que aqui partilho foram feitos em maio num fim-de-semana em família, em Mira.

Eu sei que é um cliché, mas nem por isso deixa de ser verdade - quando reabri o caderno, veio-me à memória o chilrear dos pássaros, o som dos mergulhos do tomás e dos berros dos "jean michéis" acompanhados pela música foleira do bar. Recordei-me ainda do cheiro insuportável do bronzeador da opulenta inglesa que se deitava ao nosso lado, ou das tostas mistas que saiam do bar. 

Mas o que ficou mesmo gravado e bem gravado, foram as 18h - a hora em que a relva e a piscina ficavam só para nós, partilhadas apenas com os pardais e os melros que ali iam à procura das migalhas.


No meio de tantos clichés ainda houve tempo de visitar a Vista Alegre...


e melhor que tudo, o Museu Marítimo de Ílhavo, da autoria do atelier ARX Portugal...




recomendo a visita.




Publicação em destaque

Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...