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quarta-feira, 28 de março de 2018

28 de março, Dia Nacional dos Centros Históricos

4 anos depois...a esperança renova-se


"A construção e a demolição, o avanço e o recuo, estiveram sempre presentes na evolução das urbes. Um centro histórico é como um corpo composto por várias células, onde não podemos dissociar as partes do todo. Mas também não é menos verdade, que qualquer célula necessita de se regenerar. As dinâmicas de desenvolvimento da matriz urbana dos centros históricos e a sua relação com a restante ...cidade, podem e devem contribuir para alcançar soluções inovadoras que promovam a revitalização destas zonas adormecidas através do combate à sua sacralização e consequente “museificação”. Independentemente das ideologias, torna-se quase impossível libertarmo-nos do passado, afinal a sociedade assenta sobre um quadro genético, onde a memória tem uma importância fundamental, e como tal, todo o ser humano, desde a sua nascença, vai assimilando tudo o que o rodeia e isso vai repercutir-se nas suas acções, logo no espaço físico que o envolve diariamente. Como tal, urge um equilíbrio, nesta relação tão delicada entre passado e o futuro, valorizar o passado, sim, mas projectando e promovendo o futuro dos edifícios e dos lugares, logo da sociedade."

André Duarte Baptista, 2014
Comunicação "matriz urbana e identidade do lugar - Centro Histórico de Torres Vedras"
Congresso "O Centro Histórico no Novo Paradigma Urbano"

Publicação em destaque

Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...