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segunda-feira, 26 de março de 2018

Dublin_dia 3 _ parte II


À porta da Guinness Store House. Esta sim, é a verdadeira catedral da cerveja.
O ambiente industrial é inconfundível.
 
 
 
No interior do "museu da cerveja", a cultura é-nos apresentada em estado líquido, servida nos balcões dos pubs. Guinness Store House é uma mistura de museu, centro interpretativo, centro comercial.... Tudo transpira cerveja.
 
 
Mas na verdade, é um verdadeiro centro cultural. Saímos dali a saber a história de uma fábrica/empresa que foi fundada em 1759 pelo Arthur Guinness.
 
A Harpa Irlandesa só foi adoptada como símbolo da empresa no século seguinte, em 1862.
Do que vi, o que mais me impressionou foi, em primeiro lugar os documentários do quotidiano dos trabalhadores no início do século XX. Em segundo lugar, os trabalhos de design gráfico e o merchandising de promoção da empresa pelo mundo inteiro.
 
No último piso, o êxtase total - o Rooftop Bar, com uma vista de 360º sob a cidade, onde não podia faltar a bela cerveja.
 
Para quem não bebe, é fácil distrair-se com as vistas,. Desenhar é que é mais difícil, muita gente e muita gente a olhar para ti e a pensar "mas estes tugas não bebem?"
 
 
 
Depois do calor do Rooftop Bar, o gelo da rua. Ao sair, deparámo-nos com este ambiente nostálgico, onde "quase apanhamos" o Arthur Guinness a entrar na carruagem.
 
 
 

segunda-feira, 19 de março de 2018

Dublin, dia 3 _ parte I

26 de fevereiro de manhã - 1ª paragem - Rory O'More Bridge
 
 
Ponte de ferro inaugurada no ano de 1861

 
2ª paragem - Sean Heuston Bridge. Esta ponte foi construída em 1827 para permitir que as carruagens de cavalos passassem pelo rio Liffey.
 
 

Pearse Lyons Distillery
 
 

Parish of Saint James
Junto à fábrica da Guiness. A igreja começa a ficar esmagada pela fábrica.
 
 
 

 

sexta-feira, 9 de março de 2018

Dublin, dia 2_parte I

25.fev.2018
 
 
2º dia. aquele entusiasmo de conhecer tudo. Repensar percursos. Pontos de interesse. Recomendações de amigos...Por onde começar?
O Rio falou mais alto. O primeiro elemento de referencia foi a Igreja de São Paulo, do lado norte do rio, que foi construída entre 1835 e 1837.
 
 
Ao longe vislumbramos o Tribunal que se encontra em obras.
O conhecido Four Courts foi construído no ano de 1785.
Ao longo do percurso encontrámos a Ha'penny Bridge, uma ponte pedonal construída em 1816. 
 
Mais uns metros, mais uma ponte, esta de grande fluxo: automóvel; Bus; Tram; ciclovias; pedestres. Confusão? nada disso, convive tudo em plena harmonia, ao ponto de não se ouvir qualquer buzinadela ao longo do dia. Impressionante. Aqui perdi-me com a beleza dos candeeiros. Estamos na ponte O´Connell Bridge (1880).
 
 
 
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Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...