19º Encontro Oeste Sketchers

 
Manhã: Largo de S. Pedro. Workshop com Renato Palmuti
Tarde: Desenho livre junto ao Centro Interpretativo da Comunidade Judaica
 
Mais um dia memorável para o desenho de rua no Oeste em geral, e Torres Vedras em particular. Devemos isso à generosidade e genialidade do Renato Palmuti. Para lá do talento e do profissionalismo, o Renato surpreendeu pelo método de ensino, mas sobretudo pela sua forma de estar: simples, objetivo e inspirador. Um agradecimento especial ao António Bártolo, que continua a promover o intercâmbio entre aguarelistas e sketchers, onde a partilha de conhecimentos tem tido resultados surpreendentes para todos. A todos os participantes, que encontro, após encontro, continuam a brindar-nos com a sua presença e boa disposição, a todos, muito obrigado.
 
 
A minha prestação durante do dia de ontem:
 
1º - resultado da primeira parte do workshop. Gostei da técnica e vou repetir.
Enquadramento da torre da igreja de S. Pedro. Quando o calor apertou refugiei-me no interior da igreja - saíram dois pormenores do interior. A cor foi para provocar a mirone…
 
 
 
Troquei o almoço por uma sombra e uma boa conversa com a minha amiga Teresa Ogando (com desenhos). Aqui experimentei uma folha d e papel que a Teresa me ofereceu.
 
 
 
Este, é para mim, um dos melhores locais da cidade. Os enquadramentos são fantásticos e este muro, ou melhor o diálogo deste muro com o sol, é de uma beleza inigualável (tomara eu saber representa-la).
 
 Rodamos ligeiramente e somos surpreendidos mais uma vista daquelas.
 
 
Experiência com marcador. Centro Interpretativo da Comunidade Judaica.
 
 
Final de tarde numa esplanada, na companhia da minha amiga Ana Luísa Frazão, onde desenhamos o presente e o futuro.
 
 
A fotografia com os últimos resistentes.
 
  
Obrigado Pedro Alves, Ana Ramos e Bruno Vieira, por responderem sempre de forma afirmativa aos desafios que vos lançamos e pelo trabalho que têm feito à frente dos Oeste Sketchers.

Comentários

  1. Sim, foi uma tarde muito agradável. De conversa, de silêncios e de desenhos. Tenho de lá voltar. Aquele local, virado para aquele muro tem qualquer coisa de mágico. Talvez por aquilo que dizes, e que tão bem representaste "o diálogo deste muro com o sol". E eu acrescento, e é esse aspecto que gostava de captar "o diálogo com as sombras".

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