quarta-feira, 1 de outubro de 2014

(A)riscar o Património –Heritage Sketching - 27 de Setembro

 
Jornadas Europeias da Cultura
(Nota à Comunicação Social)
 
No âmbito das Jornadas Europeias do Património, Torres Vedras juntou-se a 8 cidades portuguesas para desenvolverem um projecto conjunto: Riscar/desenhar o património. Os orientadores dos grupos de desenhadores (sketchers) foram escolhidos pela Direcção-Geral do Património Cultural e os Urban Sketchers Portugal, assim como as cidades envolvidas: Viana do Castelo, Porto, Coimbra, Castelo Branco, Tomar, Torres Vedras, Lisboa, Évora e Ponta Delgada. A nível local, o convite foi dirigido ao arquitecto André Duarte Baptista e ao grupo que coordena, o Sketchcrawl Torres Vedras. A organização ficou a cargo da Cooperativa de Comunicação e Cultura, tendo como parceira a Câmara Municipal de Torres Vedras.
  
 

 Recepção aos participantes e início dos trabalhos, claustro do Convento da Graça. (Inês Mourão)

O Encontro teve lugar no Claustro do Antigo Convento da Graça, actual Museu Municipal, no dia 27 de Setembro, às 14:30. A recepção foi feita por André Duarte Baptista, Inês Mourão (CCC) e Carlos Silva (técnico do Museu), que contaram com o apoio do executivo camarário, ali representados pelos Vereadores da Cultura e do Urbanismo, a Dra. Ana Umbelino e o arquitecto Bruno Ferreira. Estiveram presentes 25 participantes, das mais variadas áreas profissionais, vindos de vários pontos do país, incluindo duas participações internacionais: 2 artistas plásticas que vieram do Rio de Janeiro, Brasil.

Claustro do Convento da Graça, Interior da Igreja da Graça. 
Igreja de São Pedro ( André Duarte Baptista)

O 1º local a ser desenhado foi o próprio edifício do antigo convento, passando pelo claustro, museu e igreja da Graça. Apesar da imprevisibilidade do clima, foi decidido manter o percurso inicialmente previsto: Convento da Graça, Largo de São Pedro, Chafariz dos Canos, Castelo e Câmara Escura. O grupo foi acompanhado em todo o percurso pelo Sr. Paulo Ferreira, técnico do turismo que foi dando a conhecer a história dos lugares escolhidos para desenhar.

             

Chafariz dos Canos

Ao chegar ao Chafariz dos Canos, começou a chover, mas mesmo assim ninguém desistiu e seguiram todos para os Paços do Concelho, onde puderam continuar a desenhar, no interior do edifico ou nos estabelecimentos mais próximos.
 
  Fonte Pombalina, Praça do Município. Desenhos: André Duarte Baptista
 Os trovões não paravam de rasgar o céu e a chuva parecia não querer parar. No entanto, a vontade de cumprir o objectivo, neste caso chegar ao castelo, foi mais forte que tudo. Partiram para o Largo do Grilo e subiram em direcção ao Antigo Paço Real, até que chegaram ao Largo Coronel Morais Sarmento e vislumbraram a porta da muralha, que às 18h30 já estava trancada. Os últimos resistentes (cerca de 20), ali ficaram a desenhar o belo pórtico manuelino e o casario adjacente.

Pórtico Manuelino, entrada do Castelo
Os últimos resistentes
Às 19h, como combinado, juntaram-se na Câmara Escura, edifício da Cooperativa Comunicação e Cultura, onde tiveram oportunidade de partilhar os diários gráficos e de digitalizar os cadernos recheados de desenhos, do património torriense.

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