domingo, 9 de janeiro de 2022

Caminhada Ilustrada, da Ventosa, à Freiria

 Aqui ficam alguns desenhos da caminhada de hoje, pelas freguesias da Ventosa e Freiria, Torres Vedras. 16 Km em boa companhia (o meu pai).

Abri as hostilidades com estes dois moinhos, o do passado e o do presente.

Moinho, junto à Mucharreira

No Casal Mucharreira, encontrámos este poço e tanque comunitários, à beira da estrada, junto a uma casa cujo telhado revela a vetusta idade. 


Seguimos caminho até Paúl, um pequeno casal, mas o que foi desenhado foi esta bela capela (Santa Luzia), em tempos conhecida como Ermida de Vera Cruz. No adro, encontra-se um cruzeiro que data de 1856.



Oficinas Singulares #19| André Duarte Baptista

 Partilho aqui o Post da Alexandra Baptista, a quem agradeço o convite para participar nas Oficinas Singulares


Oficinas Singulares #19| André Duarte Baptista

Obrigada André pela partilha.

Ao finalizar a conversa o André lançou-nos um desafio que gostaríamos de ver resolvido por todos aqueles que gostam de desenhar em caderno e se sintam estimulados pelo desenho no local, sintam-se desafiados.


#oficinassingulares

@andreduartebaptista_arq

#USkPAzores

#USkPortugal

#urbansketchers

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Desenhos esquecidos de 2021 - parte I

Na arrumação dos cadernos (não, não foi uma resolução de fim de ano, mas sim por necessidade para preparar uma apresentação) deparei-me com alguns desenhos que não partilhei/publiquei. 

São daqueles desenhos que mais prazer me dão, os que ficam registados no caderno de bolso A6, e que fazemos "só para nós".

Os primeiros que aqui partilho foram feitos em maio num fim-de-semana em família, em Mira.

Eu sei que é um cliché, mas nem por isso deixa de ser verdade - quando reabri o caderno, veio-me à memória o chilrear dos pássaros, o som dos mergulhos do tomás e dos berros dos "jean michéis" acompanhados pela música foleira do bar. Recordei-me ainda do cheiro insuportável do bronzeador da opulenta inglesa que se deitava ao nosso lado, ou das tostas mistas que saiam do bar. 

Mas o que ficou mesmo gravado e bem gravado, foram as 18h - a hora em que a relva e a piscina ficavam só para nós, partilhadas apenas com os pardais e os melros que ali iam à procura das migalhas.


No meio de tantos clichés ainda houve tempo de visitar a Vista Alegre...


e melhor que tudo, o Museu Marítimo de Ílhavo, da autoria do atelier ARX Portugal...




recomendo a visita.




quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Casa do Presidente 1

 

Palácio de Belém - Museu da Presidência

No passado sábado fomos à Casa do Sr. Presidente. Estava fora, parece que em Angola, não sabe o que perdeu. Patrão fora, dia santo na loja, percorremos tudo aquilo a que tinhamos direito. Só ficou a faltar a selfie. 

Foi o regresso aos desenhos em grupo, um dia de reencontros, de muita conversa, muitos desenhos e partilha de conhecimentos. Esta foi a forma que encontrámos para homenagear um amigo que faria 71 anos de vida - Eduardo Salavisa, o eterno desenhador do quotidiano. Cada vez que desenhamos, ampliamos e perpetuamos o seu legado.

sábado, 27 de fevereiro de 2021

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Casal da Guilhalmeira

 Caminhada ilustrada, com os pés na terra



saúde pública nas favelas


Saúde pública nas favelas
Em 2019, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o número oficial de moradores em favelas no Brasil, era de 5,12 milhões. Esta contabilização resulta do estudo “Aglomerados Subnormais 2019: Classificação preliminar e informações de saúde para o enfrentamento à COVID-19”, de 19 de Maio de 2020. Em 2010, o número de hab. rondava os 3,2 milhões, verificando-se um crescimento de 59%. O numero de aglomerados passa de 6.329 para 13.151. Este flagelo social tem maior expressão em S. Paulo, seguindo-se o Rio de Janeiro.
Nas favelas, a recolha de lixo é insuficiente, a densidade populacional é elevada e o saneamento é precário/inexistente, onde o rio se assume como o “esgotão”. Estas são as condições ideias para o surgimento de ratos e mosquitos. A ausência de saneamento eficaz provoca diarreias, os ratos propagam a leptospirose, os mosquitos a dengue. As condições de trabalho e de habitação destas comunidades agravam o risco de doenças. Teme-se que a COVID 19 venha aumentar este fosso social e económico, segregando os pobres que não têm condições para ficar em confinamento e que, mesmo que pudessem ficar em casa, estas não teriam as condições adequadas para evitar o risco de contaminação. Para termos uma ideia das condições de vida numa favela, veja-se o exemplo da favela do Mandela, localizada na zona norte do Rio de Janeiro, no Complexo de Manguinhos. As casas, são precárias, feitas na sua maioria de materiais retirados dos vazadouros. A falta de espaço obrigou muitos moradores a construírem as casas em sistema de palafitas, junto ao rio Jacaré. Longe vão os tempos das águas cristalinas e do verdejante manguezal, pois agora o que encontramos é uma água castanha, pastosa, o “esgotão” da favela. As margens do rio, em vez de pedras ou vegetação, estão repletas de lixo doméstico. As casas lá continuam, cada vez mais habitadas e mais decadentes. Na ausência de espaços de lazer, o rio é a “praia” das crianças, que ali passam várias horas a banharem-se nas águas que correm lentamente rumo à baía Guanabara. Esperamos por estudos rigorosos sobre o impacto da COVID 19 nas favelas.


 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Capela da Senhora da Cátedra

 

Capela da Senhora da Cátedra, freguesia de S. pedro da Cadeira, Torres Vedras
Mandada construir na era de 1555, sendo Juiz Álvaro Vaz de Ulmeiro. 
Fonte: http://www.saopedrodacadeira.pt/JuntaFreguesia/PatrimonioTuristico

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Esperas

Existem esperas que valem a pena...
Porta do Bairro e Centro de Artes e Criatividade 
Torres Vedras

Publicação em destaque

Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...