terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sketchcrawl Torres Vedras - Património Industrial

Sketchcrawl Torres Vedras -Património Industrial
31 de Janeiro de 2015

1º Sketchcrawl do Ano
 
coordenação: André Duarte Baptista
 
desenhador convidado: Pedro Alves
 Apesar das adversidades, conseguimos cumprir o programa - um dia cheio de desenhos com História(s) em bom companhia.
Aqui ficam algumas imagens de um dia bem passado. Obrigado a todos
 
 
Local de Encontro - Estação dos Comboios de Portugal - inaugurada em 1886
 
 
Instituto da Vinha e do Vinho década de 1940
 
 Os últimos resistentes - Galeria Paços
 
 
 
 













 

À espera do Comboio - Património Industrial

 
27_01_2015
 
A preparar o sketchcrawl dedicado ao património industrial...
 
 
 
 
 

Manhã de Sol_ Casalinhos de Alfaiata

25_01_2015

Hoje de manhã o sol convidou a uma saída em família. Enquanto olhava/desenhava a a paisagem bucólica da velha Quinta de Alfaiata, eis que ouvimos o anuncio inconfundível do "amola tesouras". Há já algum tempo que não o ouvíamos. Os mais antigos dizem que é "sinal de chuva". Espero que não, este sol sabe mesmo bem.


Sktechcrawl Torres Vedras - Património Industrial

16_01_2015


 

Paragem de Emergência - Ermida de Valeverde

7_01_2015
 
Foi, em tempos uma das maiores propriedades agrícolas da região. Ficou devoluta na 1ª metade do séc. XX, tendo entrado no estado de decadência que a levou à ruína.
Encontra-se implantada num vale, próximo da Foz do Sizandro. Uma vista magnífica. Optimo para caminhadas com desenhos...
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Ruínas - Torres Vedras - 27 e 28 de Dez. 2014


Parece que 2 amigos dos riscos lançaram-me o desafio de publicar 3 desenhos por dia. Quero desde já, agradecer o gesto a ambos: Manuela Rolão e Pedro Alves. MUITO OBRIGADO

Deixo-vos aqui quatro registos de 2 edifícios em ruínas. Ainda não os tinha publicado, porque foram feitos no âmbito de um novo projecto sobre o qual ainda não conhecia todas as "regras" :-)

Os dois primeiros desenhos representam as ruínas do antigo Convento de Penafirme (séc. XVI), perto da Praia de Santa Rita, em Torres Vedras. Encontra-se em ruínas desde do séc. XVIII. Neste momento, grande parte do edifício religioso encontra-se enterrado pelas areias das dunas. Já existe alguma informação na web sobre o edifício, no entanto, aqui queria apenas seduzir-vos para uma próxima aventura no Oeste.

Vista da fachada norte
 
Vista da fachada sul - antiga Igreja
 


Foi, em tempos uma das maiores propriedades agrícolas da região. Ficou devoluta na 1ª metade do séc. XX, tendo entrado no estado de decadência que a levou à ruína.
Encontra-se implantada num vale, próximo da Foz do Sizandro. Uma vista magnífica. Optimo para caminhadas com desenhos...


Quinta da Areia, junto à Praia Azul, Torres Vedras

os primeiros de 2015 - moinhos

1_01_2015

Na sequência do desafio que me foi lançado, aqui vão mais três registos. Moinhos, um elemento marcante na paisagem do território onde vivo e trabalho. Torres Vedras.

 
 
Portelinhas_Silveira_Torres Vedras
 
Os primeiros 3 ficam próximos e estão implantados no Casal das Portelinhas, freguesia de Silveira e ambos foram integrados em moradias. Solução discutível, mas que permitiu o restauro e manutenção dos mesmos.
 
 
Moinho Velho da Boavista

Este moinho de Velho, só tem o nome. É talvez o mais novo de todos os moinhos desta freguesia (Silveira).Situa-se na Boavista, uma localidade antes de Santa Cruz. A terra onde cresci e vivi até aos 28 anos.

Ganhou o nome de velho, porque parte da sua estrutura e engenhos foi "trasladada" de um moinho antigo que teve de ser demolido para a construção do aeródromo de Santa Cruz já em pleno século XX. Esteve poucos anos no activo, pois lembro-me desde sempre ir para este espaço brincar no meio das ruinas.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Almoço de Natal em Sintra

Após o Almoço em família, decidimos ir passear para queimar calorias pelas ruas românticas de Sintra

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

(A)riscar por Torres Vedras I

Na semana passada, dia 17 de Dezembro, iniciei um novo projecto pessoal ligado aos riscos e ao património arquitectónico.

Pirncipal objectivo: conhecer e dar a conhecer a cidade de Torres Vedras, mas a cidade menos turistica, menos habitada, a cidade dos becos e travessas, das obras inacabadas, das idosas à janela, a cidade das obras e das ruínas, a cidade de todos e de ninguém...

Rua do Quebra Costas, a nascente do Castelo. Caderno A5,80gr, caneta preta impermeável. 

Nesta Rua podia ter optado pelo famoso e pitoresco arco da Travessa com o mesmo nome da Rua: Quebra Costas. No entanto, optei por este cruzamento de ruas, cuja moradia de gaveto, apesar das obras que foi sofrendo ao longo das décadas e talvez séculos, consegue salvaguardar a identidade de uma tipologia característica do centro histórico: 2 pisos, uma cércea modesta; cantarias em pedra; beirado "à portuguesa"; cobertura inclinada de 3 águas (gaveto).

Outra característica que destaco deste espaço são as obras que nos centros históricos, tendem a nunca terminar. A cidade é mesmo assim, viva e assim deve continuar...

Neste mesmo cruzamento, talvez pela capacidade de adaptação das casas, verifico que muitas delas estão habituadas. É verdade que para isso, algumas foram violentamente alteradas e subjugadas a uma arquitectura pouco recomendável. No entanto há uma qualidade que ninguém lhes pode tirar: estão habitadas.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

20 Dezembro - Lisboa - (A)riscar em família

1ª Paragem - Gulbenkian
Eu, a Marta e o Tomás iamos com o objectivo de participar no 69º Encontro de Diários Gráficos da parte da manhã, para mim as melhores horas para desenhar na Gulbenkian. A Luz e o canto dos pássaros são um espanto. Nesse dia estava um frio de morrer. Na rua marcava 5º.. Este ano nunca tinhamos tido tanto frio.


 A ideia seria a Marta participar com o Tomás (5 anos) no Workshop da Cláudia Mestre, enquanto eu juntar-me-ia ao grupo coordenado pela Margarida Aguiar. Não passou de uma ideia, já que o Tomás assustou-se com tantas crianças :-) . Decidimos desenhar todos juntos (3) com o grupo da Margarida, onde encontrei alguns amigos, como o António Procópio, A Teresa Ogando e a Isabel Alegria..


Caneta preta, impermeável e aguarela. André Duarte Baptista

Levámos uns cadernos desdobráveis artesanais, onde cada um começou a responder ao desafio lançado: desanhar natureza e arquitectura, usando caneta e aguarela. definir 3 planos. O 1º plano com caneta, o 2º com mancha e o 3º novamente com caneta. Juntou-se a nós o António Procópio. Cada um fez o melhor que pode e sabia :-).

Caneta preta impermeável e aguarela. Marta Pedro
 
Caneta preta impermeável e aguarela. Tomás Baptista

Capa e contracapa do caderno do Tomás. As castanhas vieram no final...

Caneta preta impermeável, aguarela e colagem (pacotes de açucar e adoçante). André Duarte Baptista

Do sossego e tranquilidade da Gulbenkian, partimos para a confusão do Chiado, onde apesar de tudo, conseguimos um lugar junto ao Fernando Pessoa. Eu e o Tomás continuámos a desenhar. Senti-me pressionado pela quantidade de pessoas que pararam para nos ver a desenhar. O tomás adorou o protagonismo :-)

Caneta preta impermeável, aguraela. André Duarte Baptista

Depois do passeio pelo Chiado, decidimos descer até ao Rossio, onde "tivémos" de comprar a bela castanha assada. Felizmente ainda não estavam no ponto. tivémos de esperar. Aproveitei para fazer uma composição daquilo que me atraiu naquele espaço.

Arco da Rua Augusta. Caneta preta impermeável e aguarela.

 Começámos a descer em direcção ao Terreiro do Paço. Enauqnto o Tomás esperava para a foto com o Pai Natal, a outra criança do grupo (eu), entreteve-se a desenhar o Arco da Rua Augusta.
Caneta preta impermeável e aguarela.

 O magnífico pôr-do-sol atraiu-nos em direcção à Ribeira das Naus, onde caminhámos até ao Cais do Sodré. Este local é a prova que a reabilitação do espaço público é fundamental para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.



Caneta Preta impermeável e aguarela. Em baixo, o bilhete do Workshop na Gulbenkian.

Já se fazia tarde, tinhamos de voltar para o Terreiro do Paço para assistir ao espetáculo "O fabuloso Desejo de Natal". Mas ainda deu tempo para parar nalgumas lojas de paragem obrigatória e sobretudo para lanchar e recuperar energias para o regresso.

Publicação em destaque

Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...