Novas Invasões - Torres Vedras


Este Festival leva-nos ao início do séc. XIX - invasões francesas.
Este ano o país invasor foi o Japão - Não trouxeram armas, nem guerra, nem sangue, mas sim cultura e muita alegria.
 
Foi marcado um encontro de desenho "improvisado", mas com o resultado habitual.
Cheguei tarde, em cima do momento da partilha, mas a tempo de fazer uns rabiscos. 
 
Lá estavam eles, no meio da multidão, a desenhar e todos com aquele sorriso, como quem diz "é esta a nossa praia". Desenhos, música, petiscos....
Não ia com vontade nem disposição para desenhar, só para conversar e rever amigos. Desenhar em multidões não me seduz. Encontrei um culto que me preenche - o Silêncio. Mas eis que o Augusto Pinheiro me oferece um caderno. Seria uma falha gravíssima não estrear o dito, junto de quem o ofereceu.
 
Timidamente, sai o 1º, onde apanho as padeiras saloias.
 
 
Desenhar o Largo de S- Pedro e não desenhar a Brazileira, é como ir a Roma e não ver o Papa.
 
 
Desenhar em pé já custa - Antes de me sentar, dou uma pequena volta de reconhecimento e estico as pernas. Sai o 3º - Mercado Oitocentista - 1810 - Praça Duque de Wellington. As colagens saíram em casa - ideia do Tomás e que bela ideia.
 
 
Entre o final da tarde e a noite, existe um vazio temporal, que se resume a um bom paleio com o Augusto e o Bártolo, onde viajámos através dos desenhos por esse mundo fora - Madeira, Barcelona, Fabriano ...
 
Chega a noite - programa familiar. 1º momento - interpretação de Min Tanaka
 
 
 
Com invasões destas, podemos nós bem - venham mais.
 
mais informações sobre o Festival: http://novasinvasoes.pt/pages/galeria.html
 
 

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