quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Brasil_2015_18 julho

 
 
"Café da manhã" no hotel Plaza Mayor. A experimentar caneta nova. Não gostei do resultado... Aproveitámos sempre estes momentos para definir a estratégia e conteúdo das oficinas, adaptando sempre ao local e ao público/participantes
 
 
À esquerda o taxista Jurandir, à direita o Lauro. Jurandir vive em Santo André há 43 anos, como tal tem opinião formada para qualquer assunto: política, urbanismo, arte, futebol...etc...
Destino: Sesc
Do Sesc, o grupo foi de "micrônibus" até ao centro da cidade, ondeeu lancei o 1º exercício.
 
Quando aceitei este desafio, aceitei sobretudo por se tratar de um grupo composto essencialmente por desenhadores que estão a dar os primeiros passos com o desenho em diario grafico. Por essa razão, tentei lançar um exercício que não assustasse os participantes, fugindo às perspetivas complicadas e à composição gráfica clássica. A resposta foi surpreendente e a interação da população foi fantástica, conseguido atrair uma criança de rua a participar.
 
 
 1º Exercício na Praça do Carmo. Tendo em conta a inexperiência dos participantes, optei por pedir-lhes para desenhar uma lanchonete, aparentemente mais fácil de representar. Além disso, permitiu-me passar a mensagem: Património não são apenas os edifícios eruditos, são sobretudo pessoas e costumes. Juntou-se ao grupo um "moleque de rua" que fez o seu primeiro desenho, fantástico diga-se de passagem.
A interação com a população foi surpreendente, ao ponto das funcionárias da lanchonete virem oferecer-nos rodelas de linguiça no churrasco...
 
Exercício em dupla página:
1º detalhe
2º detalhe e uma "fachada"
3º um breve texto resultante da conversa com os funcionários
4º do detalhe à envolvente
 
 
Almoçámos perto da Praça do Carmo, no restaurante Bom Apetite, um espaço interessante, com comida a peso e o mais importante: Higiene, qualidade difícil de encontrar. A sujidade dos espaços públicos e privados, foram das coisas que mais me marcaram. À porta do restaurante temos esta bela anfitriã, uma bela baiana (de madeira).
 
 
 
À tarde fomos para o Paço Municipal, av. Portugal, onde o Lauro lançou o seu 1º exercício: sketch com colagem
 
 
aqui fica a minha tentativa com colagens...
 
A escultura vermelha é de Luíz Sacilotto, artista natural de Santo André
 
O edifício do Paço municipal (década de 1960), é uma peça arquitetónica bastante interessante de "concreto" à vista. 
 
No final do dia voltámos ao Sesc.
 
 
 Na "comedoria" com Lauro e Márcia. Um espaço interessante, com muita luz, muita animação e preços acessíveis. No rodapé do desenho, uma fita adesiva gentilmente cedida pela Márcia, artista plástica e professora. Uma simpatia, muito culta e com muita criatividade.
 
 
Jantar no Paulão, com Lauro e Edward, um arquiteto que reside e trabalha em Santo André. Este estabelecimento está aberto desde 1977, por isso faz parte do património desta cidade. A especialidade são as gigantescas sandes com 20 pisos de altura: muita carne, queijo, salada...etc...tudo "embrulhado" em pão caseiro, feito pelo padeiro aqui representado neste desenho. Este jantar/reunião foi bastante produtivo, com muitos projetos a unir Portugal e Brasil.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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