domingo, 10 de janeiro de 2021

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Entre Freguesias

 No topo, o moinho da Quinta do Urmeiro, freguesia de São Pedro da Cadeira. Em baixo, o Casal da Sequeira, um excelente exemplar da arquitetura popular da freguesia de Silveira.

Torres Vedras




quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Desenhos esquecidos

 Hoje recupero uns desenhos antigos, feitos em dias de sol, para ver se derrete o gelo de hoje.

Desenhar com Filipe Oliveira na aldeia de Matacães, Torres Vedras



terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Paisagens rurais

No topo o moinho e o Casal Belmonte, ladeado pelo Forte militar homónimo, forte esse que integra a estrutura defensiva Linhas de Torres.

Em baixo, o que resta da antiga Quinta de Valverde.

Apesar dos 2º C, valeu a pena.




segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Casal do Vale Martelo


De volta ao trabalho, há que manter os bons hábitos de 2020 - as caminhadas ilustradas. Mais madrugadoras e mais curtas, mas nem por isso menos interessantes. Aqui fica mais um casal implantado a "meia-encosta". 


 

domingo, 3 de janeiro de 2021

Uma manhã gelada

No topo, o Casal (Novo) de Monte Ferreiro, que fica entre o Monte Ferreiro de Cima e Monte Ferreiro de baixo. Esta matriz toponímica repete-se por todo o território. Freguesia de Silveira.

Em baixo temos a capela N. Sra. Da Esperança, também conhecida como capela N. Sra. Das Candeias, construída no séc. XIX, entre o rio Sizandro e a localidade da Coutada, freguesia de S. Pedro da Cadeira.





sábado, 2 de janeiro de 2021

Casal Monte Ferreiro

 Caminhada ilustrada, num sábado de manhã que ameaçava chover, mas  o sol acabou por ganhar e rapidamente brinda as paredes deste velho casal.







sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

1ª Caminhada ilustrada do ano

A meio da ecopista, perto da Bordinheira, avisto um dos Moinhos melhor conservados do concelho. Ontem tinha as velas ao vento e girava com energia. Hoje, as velas estão guardadas, sinal de chuva (que não demorou a chegar. Cá em baixo, existe um antigo poço de abóbada, que costuma estar escondido pelo feno. Terra lavrada, estrutura revelada. Perto de casa, subo a escadaria, que geralmente evito. fico cansado só de olhar. Ouço os cânticos religiosos, dia de missa de Ano Novo.
Há muito que deixei de ser crente, mas, pelo sim, pelo não, espero que alguém peça a todos os anjinhos que o bicho desapareça (não vá o Diabo tecê-las).

2021, o ano de matar o bicho
Bom Ano Novo


 












quinta-feira, 7 de maio de 2020

(a)Riscar o Património Literário








Em resposta ao convite feito pela DGPC. Não sou muito de responder a desafios, gosto de ir desenhando conforme as circunstâncias o permitem ou sugerem. Mas desta vez decidi responder, até porque já tinha pensado em fazer algo parecido. Escolhi esta obra que reli recentemente. Saber ver a Arquitectura de Bruno Zevi. Os motivos da releitura são simples. 1º, porque foi daquelas obras que li pela primeira vez, há cerca de 20 anos, quando a maturidade (ou falta dela), não nos permite apreender da melhor forma a mensagem do autor. Por último, é uma excelente obra para todos aqueles que, como eu, gostam de viajar e de arquitectura. Em tempos de confinamento, é a forma possível de alimentar esses gostos. Obrigado Margarida Maria Margarida Donas Botto e Jorge Vila Nova, pelo desafio que nos dirigiram.

Uma abraço para todos os Urban Seketchers, desejando que estejam todos bem de saúde. Até breve


Publicação em destaque

Nota Biográfica

André Duarte Baptista, arquiteto, nasce em 1980 na cidade de Torres Vedras, onde reside e trabalha. Em 2013, obtém o grau mestre em arqui...